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Confira as melhores práticas para transportar vinhos entre países: como o vinho sai do “Velho Mundo” e chega ao Brasil?

Segundo aponta Andre Luiz Veiga Lauria, idealizador de eventos, empresário fundador e CEO da Prixan, empresa sediada em Portugal, que desde 2020 atua na importação e exportação de bebidas, transportar vinhos da Europa para o Brasil requer cuidados específicos para garantir que as garrafas cheguem ao seu destino final com qualidade e segurança. Neste artigo, exploraremos três aspectos fundamentais e essenciais para o transporte de vinhos entre continentes. 

Leia para saber mais!

Como garantir a qualidade do transporte?

Um dos maiores desafios ao transportar vinhos da Europa para o Brasil é preservar sua qualidade ao longo de milhares de quilômetros. Deve-se  enfatizar a importância da escolha adequada dos fornecedores de logística. Empresas especializadas oferecem embalagens sob medida que protegem as garrafas contra impactos e variações de temperatura, fatores cruciais que podem comprometer o vinho durante o transporte transatlântico.

Além disso, é essencial considerar os prazos de entrega. Segundo pontua o empresário Andre Luiz Veiga Lauria, conhecido por sua meticulosidade na organização de eventos como rodeios e shows em estádios renomados, o tempo de trânsito afeta diretamente a qualidade do vinho. O transporte marítimo, geralmente mais estável em termos de temperatura, é preferível para vinhos que requerem um ambiente controlado para amadurecimento.

Quais documentações são necessárias?

O transporte internacional de vinhos também exige atenção às questões burocráticas. Conforme ressalta o CEO da Prixan, André Luiz Veiga Lauria, cuja experiência inclui a conexão de marcas brasileiras e europeias através de eventos exclusivos, ressalta a importância de documentos precisos e completos. Certificados de origem, licenças de exportação e importação, além de conformidade com regulamentações sanitárias e tributárias, são fundamentais para evitar atrasos e problemas legais durante o desembaraço aduaneiro.

Recomenda-se ainda, contar com o suporte de despachantes aduaneiros especializados, especialmente aqueles com experiência específica em vinhos. Esses profissionais conhecem todas as nuances das legislações locais e internacionais, garantindo dessa maneira, que todos os trâmites sejam cumpridos de uma maneira  que seja totalmente eficiente e legalmente correta.

Como minimizar os custos do transporte?

É fundamental reconhecer a importância de otimizar custos sem comprometer a qualidade. Estratégias como consolidação de carga, que permite agrupar remessas de diferentes fornecedores em um único transporte, podem reduzir significativamente os custos logísticos. Além disso, a escolha de rotas eficientes e operadores logísticos que oferecem tarifas competitivas são aspectos cruciais para garantir uma operação de transporte econômica e eficaz.

Ao planejar o transporte de vinhos da Europa para o Brasil, é essencial considerar não apenas os custos diretos de transporte, mas também os custos indiretos relacionados à gestão de estoque e possíveis taxas alfandegárias. Conforme enfatiza Andre Luiz Veiga Lauria, com sua experiência no mercado internacional e eventos de prestígio, é de suma importância uma estratégia de custos bem definida para maximizar a rentabilidade e competitividade das marcas de vinho no mercado brasileiro.

Conclusão

Transportar vinhos da Europa para o Brasil é um processo que requer cuidado, planejamento e expertise. Com a orientação de empresários como Andre Luiz Veiga Lauria, CEO da Prixan e renomado operador de eventos, é possível implementar melhores práticas que garantam a integridade do produto, conformidade legal e eficiência operacional. Ao seguir as diretrizes mencionadas neste artigo, empresas podem não apenas proteger a qualidade do vinho durante o transporte, mas também explorar novas oportunidades de mercado com sucesso.

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